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Fernando Lopes Graça – Clepsidra

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01.Corolas que floristes
01.Corolas que floristes
02.Enfim, levantou ferro
02.Enfim, levantou ferro
03.Passou o Outono já
03.Passou o Outono já
04.Na cadeia os bandidos presos
04.Na cadeia os bandidos presos
05.Ao meu coração um peso de ferro
05.Ao meu coração um peso de ferro
06.Voz dócil que passa
06.Voz dócil que passa
07.Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
07.Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
08.Ao longe os barcos de flores
08.Ao longe os barcos de flores
09.Horizonte
09.Horizonte
10.Canção longínqua (não sei se é sonho, se é realidade)
10.Canção longínqua (não sei se é sonho, se é realidade)
11.Cavalo de sombra, cavaleiro monge
11.Cavalo de sombra, cavaleiro monge
12.Só as tuas mãos trazem os frutos
12.Só as tuas mãos trazem os frutos
13.Não canto porque sonho...
13.Não canto porque sonho...
14.Quando em silêncio passas entre as folhas...
14.Quando em silêncio passas entre as folhas...
15.Tu és a esperança, a madrugada...
15.Tu és a esperança, a madrugada...
16.Hoje deitei-me ao lado da minha solidão...
16.Hoje deitei-me ao lado da minha solidão...
17.Impetuoso o teu corpo é como um rio...
17.Impetuoso o teu corpo é como um rio...
24.Desafio
24.Desafio
23.Tomámos a vila depois de um intenso bombardeamento
23.Tomámos a vila depois de um intenso bombardeamento
22.À noite porque hás-de vir sempre molhada!
22.À noite porque hás-de vir sempre molhada!
21 Terra se um dia lhe tocares
21 Terra se um dia lhe tocares
20.Onde me levas rio que cantei...
20.Onde me levas rio que cantei...
19.Se vens à minha procura...
19.Se vens à minha procura...
18.A tua vida é uma hist¢ria triste...
18.A tua vida é uma hist¢ria triste...
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