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AMÁLIA SECRETA

Amostras

  • 01 Neblina.mp3
  • 02.Quando a noite vem.mp3
  • 03 Vieste depois.mp3
  • 04 Ai Lisboa.mp3
  • 05 Confesso.mp3
  • 06 Cuidado coracao.mp3
  • 07 Eu queria cantar-te um fado.mp3
  • 08 Fado nao sei quem es.mp3
  • 09 Maldicao.mp3
  • 10 Marcha da Mouraria.mp3
  • 11 Maria da Cruz.mp3
  • 12 Vamos os dois para a farra.mp3
  • 13 Foi Deus.mp3
  • 14 Don triquitraque.mp3
  • 15 Gritenme piedras del campo.mp3
  • 16 Mi rita bonita.mp3
  • 17 Te recuerdo yo.mp3
  • 18 Cantei o fado.mp3
  • 19 Eu disse adeus a casinha.mp3
  • 20 Tres ruas.mp3

AMÁLIA RODRIGUES 1953-1958

gravações digitalizadas de discos de 78 rotações da colecção de José Moças

Uma recolha de músicas raras e muito bonitas, interpretações que, por variadas razões, ficaram esquecidas nas calendas da história e que agora, graças à paixão dos produtores deste CD e ao seu trabalho de muitos anos a investigar e a recolher discos por todo o mundo, vêm de novo até nós, com a única intenção de mostrar, mais uma vez, a universalidade da grande figura que foi Amália Rodrigues.

AMÁLIA SECRETA

15,00 €

AMÁLIA SECRETA em MP3

7,50 €

Neste CD incluímos duas cantigas, “Neblina”, do filme “Moulin Rouge” (1952) e “Quando a noite vem”, ou “Limelight”, do filme com este nome do inesquecível Charles Chaplin. Estas duas cantigas, editadas em 78 rotações, corria o ano de 1954, com versos adaptados de David Mourão Ferreira (no caso de “Neblina” assina como DJ. Ferreira), foram escritas propositadamente para a sua voz, possibilitando, assim, à cantora interpretações muito “amalianas”, transbordantes de sentimento.
Na mesma série de discos de 78 rotações, editou-se em 1953, sob o selo Columbia, o disco “Uma Casa Portuguesa – Vieste Depois”, com este último título a dar o nome a um fado de Jaime Santos, com versos do poeta Linhares Barbosa, autor de vários sucessos de Amália, como “Lá por que tens cinco pedras” ou “Alamares”, todos eles na linha do tradicionalismo dos fados dos anos 40 e 50. Podemos agora voltar a ouvir uma maravilhosa interpretação daquele que é considerado o fado mais desconhecido de Amália, uma raridade apenas reeditada num LP-compilação dos discos de 78 rotações dessa época, intitulado “Os 8 Maiores Êxitos-1954”, e num EP espanhol dos anos 60, da editora “La voz de su Amo”. 
Como acontecera com o fado “Perseguição”, “Vieste Depois” afastava-se do tipo de poesia que Amália procuraria dali em diante, razão por que ficou esquecido no tempo.
Simultaneamente, rendidas a estes sucessos, abriram-se para Amália as portas dos Estados Unidos da América. Depois de uma tournée no México, Amália triunfa em Hollywood, gravando em Nova Iorque o seu primeiro LP de canções originais “Amália Rodrigues - Sings fados from Portugal y flamencos de España” (1954), um título cheio de contradições, uma vez que este género de cantigas espanholas são “canción española” e não flamenco. Seja como for, com esta edição, afirmou-se a sua condição de “cantora Ibérica”.

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