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Natal 2013

nº 4, 2013-12-06

Lançamento da Coleção Arquivos do Fado

O Natal está mesmo a espreitar!

 

E é nesta altura que damos voltas à cabeça para encontrar aquela prenda especial para o nosso pai ou mãe, ou para o nosso maior amigo. Foi por isso que guardámos para esta altura do ano a PRENDA IDEAL.

Uma nova coleção de fado, com capas lindíssimas, ilustradas pelo prestigiado Pedro Sousa Pereira.
Tudo isto numa linda caixa de cortiça, especialmente concebida para albergar esta coleção de seis discos.

Não será despropositado mencionar que esta caixa está de momento apenas disponível na página da Tradisom.
Não percam esta oportunidade!
À semelhança do que aconteceu com outras edições nossas, esgotam rapidamente e depois quando a quiserem é tarde demais.

Façam já a reserva, pois elas vão estar disponíveis para envio no próximo dia 16 de Dezembro.

MUITO IMPORTANTE – Os nossos clientes vão beneficiar de uma promoção muito especial, na compra da Coleção Arquivos do Fado (com caixa de cortiça). Assim ao fazer a sua compra introduza o seguinte código de promoção – PAINATAL – e vai ver o desconto que lhe oferecemos (além dos 10% já garantidos como membro do Clube Tradisom).

 

Boas compras e já agora FELIZ NATAL e UM 2014 CHEIO DE BOA MÚSICA!

Coleção Arquivos do Fado

Coleção em caixa especial de cortiça, contendo a nova coleção completa dos ARQUIVOS DO FADO. Os 6 discos aparecem individualmente nesta página nos Produtos Relacionados.

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  Coleção Arquivos do Fado

(geral)

AMÁLIA RODRIGUES - "A DIVA DO FADO" - 1945 a 1952

ARQUIVOS DO FADO

Amália Rodrigues com os primeiros fados e canções por ela gravados, no Brasil e em Portugal. As primeiras dezasseis faixas reportam-se aos fonogramas gravados no Rio de Janeiro pela editora Continental, em Agosto e Setembro de 1945 com acompanhamentos de formação variável, nem sempre indicados do modo mais preciso nos discos originais: com a Orquestra Portuguesa de Guitarras, dirigida por Fernando Freitas, com apenas viola nos cantares flamencos Olhos Verdes e Los Piconeros, e com piano ainda que discreto a acompanhar Fernando Freitas à guitarra e Gonçalves Dias à viola nos fados Ai Mouraria, Sardinheiras, Maria da Cruz e Saudades de Ti. As quatro últimas faixas reportam-se a dois pares de fados gravados em duas sessões de gravação para a Melodia já em Lisboa em 1951 e 1952, ainda antes de Amália começar a gravar com a Valentim de Carvalho em Julho de 1952.

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  AMÁLIA RODRIGUES - "A DIVA DO FADO" - 1945 a 1952

(fado)

ARMANDINHO -" O GÉNIO DA GUITARRA" - 1926 a 1946

ARQUIVOS DO FADO

A guitarra pertence exclusivamente à cultura portuguesa e a sua execução virtuosa tem sido, desde há muito, uma das facetas mais apreciadas da música lusitana. Embora seja frequentemente, e corretamente, associada ao Fado, não é, no entanto, sua propriedade exclusiva. A tradição de Coimbra alimentou muitas “fantasias” instrumentais baseadas em danças folclóricas rurais, e tanto artistas de Coimbra, como de Lisboa, utilizaram as variações flexíveis que parecem não ter fim, nos modos maior e menor, como um meio de exibir a sua capacidade de improvisação. A condição de guitarrista, quase sempre homem, na música tradicional portuguesa, reveste-se de uma certa complexidade. Exige-se que ele mantenha a tradição, mas, ao mesmo tempo, que seja inovador; tem que insuflar vida nova a temas antigos; tem que compor e improvisar; tem que ser capaz de acompanhar uma vasta gama de estilos vocais; tem que captar cada “nuance” do Fado, mas não pode ficar limitado a ela; tem que ser mais do que um técnico competente. Acima de tudo, tem que dar expressão a essa emoção profunda que, em português, se chama “saudade”.

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  ARMANDINHO -" O GÉNIO DA GUITARRA" - 1926 a 1946

(fado)

MARIA ALICE - "A VOZ DO POVO" - 1929 a 1931

ARQUIVOS DO FADO

A nova série dos ARQUIVOS DO FADO segue com um disco dedicado a Maria Alice, com os primeiros fados por ela gravados, nos estúdios da Valentim de Carvalho. Dos vinte fados apresentados, em gravações originais da editora Brunswick, os primeiros dezanove referem, em cada disco original, como local e data de gravação: Lisboa, 1929. O último fado aqui apresentado, A Azenha, foi, no entanto, gravado dois anos mais tarde, em Lisboa em 1931.
Maria Alice, que viria a casar com o próprio Valentim de Carvalho, foi uma das vozes mais gravadas nesta fase inicial da gravação comercial em Portugal.

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  MARIA ALICE - "A VOZ DO POVO" - 1929 a 1931

(fado)

ERCÍLIA COSTA - "A SANTA DO FADO" - 1929 e 1930

ARQUIVOS DO FADO

A nova série dos ARQUIVOS DO FADO contém um disco dedicado a Ercília Costa. Mais precisamente com, segundo a investigação feita, exactamente os primeiros fados por ela gravados, dois em Lisboa em 1929, respectivamente Fado de Alfama e Fado do Passado, e dezoito em Madrid, gravados em 1930. A informação disponível, na investigação fonográfica feita, permite o conhecimento de um conjunto de dados considerável, embora nem sempre referido de modo sistemático. Assim, para cada fonograma, conhece-se no geral o nome pelo qual foi denominado, variando entre a designação do fado ou o título do poema referido (Fado Tango num caso, Negros Traços num outro); o local e o ano da gravação; os autores da música e da letra; o nome da editora; o código da matriz de gravação e finalmente o nome dos intérpretes.


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  ERCÍLIA COSTA - "A SANTA DO FADO" - 1929 e 1930

(fado)

LISBOA E AS FADISTAS - 1928 a 1936

ARQUIVOS DO FADO

Lisboa e os seus bairros, as suas sete colinas, os lugares pitorescos, o rio Tejo que a envolve são cantados em muitos géneros musicais, mas o Fado é, sem dúvida, maioritário, seguindo-se as marchas populares, que saíram à rua a partir de 1932. Em cada ano, escrevem-se centenas de poemas sobre Lisboa, sempre lindos e diversos, que versam o mesmo tema, mas nunca se repetem. Este acervo iconográfico à cidade “musa inspiradora” não impõe limites à imaginação e criatividade dos poetas/letristas, tal é a sua beleza, e, curiosamente, muitos destes temas que são compostos para os concursos das marchas preenchem a métrica para Fado, passando a serem cantados nas músicas dos Fados tradicionais.

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  LISBOA E AS FADISTAS - 1928 a 1936

(fado)

VOZES E SONS DE COIMBRA - 1926 a 1929

ARQUIVOS DO FADO

A Canção de Coimbra é um género artístico expressivo surgido no século XIX e consolidado no século XX, que se encontra profundamente inscrito no imaginário académico e popular. Nos meios estudantis, materializa-se através de ritos como a serenata, de recitais de palco e salão e de prestações vocais e instrumentais. Está associada a uma paisagem sonora fortemente delimitada por vocalizações ariosas e pelos sons da Guitarra de Coimbra. O instrumento liderante de acompanhamento solístico deste género artístico é a Guitarra de Coimbra. Trata-se de um cordofone estabilizado por volta de 1940, em termos de ergonomia e de sonoridade, fruto do trabalho desenvolvido pelo executante Artur Paredes em colaboração com os luthiers Raul Simões e Joaquim Grácio. A Guitarra de Coimbra tem afinação própria, técnicas de interpretação específicas e está associada a um vasto reportório vocal e instrumental que abrange música de serenata, música instrumental e música rural e urbana. Nos últimos quarenta anos, a Guitarra de Coimbra passou também a ser utilizada em mais de 50% de contextos associados ao Fado profissional de Lisboa e é ensinada em diversas escolas e nos conservatórios de música de Coimbra e do Porto.

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  VOZES E SONS DE COIMBRA - 1926  a 1929

(fado)

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