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MICHEL GIACOMETTI - UMA LONGA MILITÂNCIA

Amostras

  • 01. A LAVRA (Torres Vedras).mp3
  • 02. AS MALHAS (Famalicao).mp3
  • 03. A TOSQUIA (Fundao).mp3
  • 04. A SEMENTEIRA (Resende).mp3
  • 05. O PUXAR DA PEDRA (Tabuaco).mp3
  • 06. O VAREJO (Serpa).mp3
  • 07. A CEIFA (Idanha-a-Nova).mp3
  • 08. A REGA (Nazare).mp3
  • 09. O MACAR DO LINHO (S. Pedro do Sul).mp3
  • 10. A LAVRA (Evora).mp3
  • 11. A CEIFA (S. Pedro do Sul).mp3
  • 12. O ALAR DAS REDES (Faro).mp3
  • 13. O ESPADELAR DO LINHO (Ponte de Lima).mp3
  • 14. A CEIFA (Vimioso).mp3
  • 15. A REGA (Pampilhosa da Serra).mp3
  • 16. A CAVA (Figueira da Foz).mp3
  • 17. A LAVRA (Serpa).mp3
  • 18. A SACHA (Fundao).mp3
  • 19. PROGRAMA 1.mp3
  • 20. PROGRAMA 2.mp3

Uma Longa Militância - Cantos e ritmos de trabalho do povo português (1982) - Sons da campanha autárquica de Ourique (1982)

Livro inclui CD 1 (61m 58s)

O CD editado reúne material anteriormente publicado em cassete. São Cantos e Ritmos de Trabalho do povo português, gravados em 1982 e sons da Campanha eleitoral autárquica de Ourique do mesmo ano, agora editados em CD pela primeira vez.

MICHEL GIACOMETTI - UMA LONGA MILITÂNCIA - CD em MP3

5,00 €

Ver Excerto do Livro


CANTOS E RITMOS DE TRABALHO DO POVO PORTUGUÊS
Recolhidos e apresentados por Michel Giacometti
Homenagem a Lopes Graça
[Cassete editada durante a Festa do Avante! (1982)]

 

Os trechos musicais reunidos nesta cassette constituem exemplos, sociologicamente dos mais significativos, dos cantos e ritmos de trabalho do nosso povo.
Do estrito ponto de vista musical apresentam-se eles, sem dúvida, como espécimes de grande valia, se atendermos à riqueza e variedade dos seus estilos, modos e estruturas ou, ainda, ao seu carácter de autenticidade, patente quer nas mais elementares melopeias quer nas mais elaboradas polifonias.
Acreditamos, assim, que Cantos e Ritmos de Trabalho, para além do prazer e emoção estética que possa suscitar a audição da voz profunda e bela do nosso povo, sirvam para melhor entendermos as razões da sua luta por uma vida mais digna.

 

01 1m 27s
A Lavra (Conc. de Torres Vedras). Frases. Exclamações e entoações que o lavrador utiliza para incitar o gado no trabalho.

02 1m 59s
As Malhas (Conc. de V. N. de Famalicão). Canto entoado por dois ternos de três homens cada um, ao malhar o centeio.

03 1m 34s
A Tosquia (Conc. de Fundão). Um dos poucos cantos ainda sobreviventes que acompa­nham o trabalho da tosquia.

04 1m 40s
A Sementeira (Conc. de Resende). Designado localmente por “Rula, rula”, este rude canto polifónico é entoado em geral por mulheres idosas, no fim da merenda e da própria vessada.

05 1m 40s
O Puxar da Pedra (Conc. de Tabuaço). Melopeia entoada pelo capataz e destinada a rit­mar e estimular o esforço dos homens que deslocam com alavancas as pedras de maior dimensão.

06 1m 55s
O Varejo (Conc. de Serpa). Moda de rara beleza expressiva cantada exclusivamente no varejo da azeitona.

07 2m 12s
A Ceifa (Conc. de Idanha-a-Nova). Belo espécime de canto, utilizado tão-somente na ceifa.

08 1m 30s
A Rega (Conc. da Nazaré). O “Canto dos batedores de água”, de acordo com a designação local, era entoado em geral por dois homens que, nas “abertas” cavadas para as deriva­ções dos riachos, atiravam a água para os regos, com ajuda de vasilhas de folha munidas de um braço de madeira. Lado a lado, e com água por vezes até ao peito, sincronizavam os gestos ao ritmo do canto.

09 1m 09s
O Maçar do Linho (Conc. de S. Pedro do Sul). Expressiva polifonia de ritmo funcional destinada a acompanhar o trabalho penoso das mulheres na maçadela do linho.

10 1m 40s
A Lavra (Conc. de Évora). Designado localmente por “Tralhoada”, este canto é entoado em diálogo pelo homem que vai à frente das três juntas de bois e pelo que guia a charrua.

11 1m 52s
A Ceifa (Conc. de S. Pedro do Sul). Canto de feição polifónica, tranquilo e solene, em regra entoado por mulheres na própria faina.

12 1m 07s
O Alar das Redes (Conc. de Faro). Melopeia entoada no alto-mar pela companha de uma traineira, ao levantar das redes.

13 1m 54s
O Espadelar do Linho (Conc. de Ponte de Lima). Exemplo de canto polifónico de rica estruturação, destinado a ritmar a espadelada do linho.

14 1m 14s
A Ceifa (Conc. de Vimioso). Romance das c[s]egadas entoado em diálogo por dois homens, colocados cada um numa ponta dascamaradas.

15 2m 05s
A Rega [Conc. de Pampilhosa da Serra). A “Canção da Roda”, de acordo com a desig­nação local, é entoada por uma mulher que, pela pressão dos pés, move um engenho erguido sobre um poço, cuja água é deste modo vertida para os regos das hortas vizinhas.

16 1m 20s
A Cava (Conc. de Figueira da Foz). O capataz ou mandador utiliza este ritmo para encora­jar os homens que cavam a manta no plantio do Bacelo.

17 1m 41s
A Lavra (Conc. de Serpa). Este canto conhecido localmente por "Moda da Lavoura", é entoado pelo lavrador a guiar a charrua puxada por um par de muares.

18 2m 17s
A Sacha (Conc. do Fundão). Outro exemplo valioso de canto polifónico, utilizado no trabalho da sacha do milho.

 

SONS DA CAMPANHA AUTÁRQUICA DE OURIQUE (1982)

19 20m 43s
Programa 1. Discurso do candidato à presidência da Câmara Municipal de Ourique, pela APU, Francisco Felgueiras(†)

20 20m 41s
Programa 2. Locução de vozes (Celeste Amorim(†) e voz não identificada), com recolhas de Michel Giacometti em diversos pontos do Alentejo.

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