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AMÁLIA RODRIGUES - "A DIVA DO FADO" - 1945 a 1952

Amostras

  • 1 AS PENAS.mp3
  • 2 PERSEGUIÇÃO.mp3
  • 3 TROCA DE OLHARES.mp3
  • 4 DUAS LUZES.mp3
  • 5 SEI FINALMENTE.mp3
  • 6 A TENDINHA.mp3
  • 7 CARMENCITA.mp3
  • 8 MOURARIA.mp3
  • 9 FADO DO CIÚME.mp3
  • 10 OJOS VERDES.mp3
  • 11 LOS PICONEROS.mp3
  • 12 PASSEI POR VOCÊ.mp3
  • 13 AI MOURARIA.mp3
  • 14 SARDINHEIRAS.mp3
  • 15 MARIA DA CRUZ.mp3
  • 16 SAUDADES DE TI.mp3
  • 17 SABE-SE LÁ.mp3
  • 18 CONFESSO.mp3
  • 19 LÁ PORQUE TENS CINCO PEDRAS.mp3
  • 20 DÁ-ME UM BEIJO.mp3

ARQUIVOS DO FADO

gravações digitalizadas de discos de 78 rotações da colecção de José Moças

Amália Rodrigues com os primeiros fados e canções por ela gravados, no Brasil e em Portugal. As primeiras dezasseis faixas reportam-se aos fonogramas gravados no Rio de Janeiro pela editora Continental, em Agosto e Setembro de 1945 com acompanhamentos de formação variável, nem sempre indicados do modo mais preciso nos discos originais: com a Orquestra Portuguesa de Guitarras, dirigida por Fernando Freitas, com apenas viola nos cantares flamencos Olhos Verdes e Los Piconeros, e com piano ainda que discreto a acompanhar Fernando Freitas à guitarra e Gonçalves Dias à viola nos fados Ai Mouraria, Sardinheiras, Maria da Cruz e Saudades de Ti. As quatro últimas faixas reportam-se a dois pares de fados gravados em duas sessões de gravação para a Melodia já em Lisboa em 1951 e 1952, ainda antes de Amália começar a gravar com a Valentim de Carvalho em Julho de 1952.

AMÁLIA RODRIGUES - AS PRIMEIRAS GRAVAÇÕES

12,50 €

AMÁLIA RODRIGUES - A DIVA DO FADO em MP3

7,50 €

Após aturada pesquisa de mais de uma década de investigação fonográfica em arquivos públicos, colecções privadas, alfarrabistas, e resultando de situações inesperadas as mais díspares, sai a lume no âmbito da Colecção Arquivos do Fado o terceiro disco da série As Primeiras Gravações. Três nomes de vulto da interpretação feminina do Fado de Lisboa inauguram este trabalho. Ao alcance de todos, as vozes de Ercília Costa, Maria Alice e Amália Rodrigues mostram-nos como soava o fado quando primeiro contactaram com a indústria fonográfica e a experiência da gravação.

A qualidade sonora dos fonogramas originais das grandes empresas discográficas da época a operar em Portugal e no Brasil, Brunswick, Odeon e Continental que respectivamente editaram estes primeiros fados, foi agora refinada. Os discos de 78 rotações foram objecto de uma recuperação sonora laboratorial de grande rigor. As características técnicas de gravação da altura foram conservadas, de modo a oferecer a máxima fidelidade possível relativamente ao som captado na época

A reedição fonográfica de gravações históricas é por princípio uma iniciativa significativa já que torna disponível o que não estava. Quando acontece no domínio da música popular em geral, e neste caso, no do fado em particular, reveste-se ainda de um interesse acrescido. Já que não há, por tradição, registo musical escrito neste nicho cultural, o registo sonoro representa por si a informação de base. A disponibilização do som como fonte primária documental assim beneficia não só o conhecimento em geral, como produz material didáctico de interesse educativo, fundamental para o desenvolvimento da investigação científica em domínios tais como a música tradicional, a literatura oral e a tecnologia de registo e restauro fonográficos, entre outros. O conhecimento do património expressivo da língua, da música e da cultura portuguesa em geral e do fado em particular, beneficiam também com a reedição fonográfica das gravações históricas agora apresentadas.