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SEAL
É sem dúvida uma das mais carismáticas vozes negras dos últimos anos e o seu nome vem sempre associado a adjectivos como qualidade e emotividade não sendo de estranhar portanto que cada novo projecto seu seja um sucesso; isso mesmo está a suceder com “Standards” projecto em que o cantor recria, como o próprio título deixa antever, uma mão cheia de clássicos da música internacional com requinte e bom gosto; canções inolvidáveis como “I put a spell on you “, “My funny Valentine”, “It was a very good year”,”Smile” ou “Autumn leaves” , entre outras, figuram no projecto que na sua versão deluxe inclui mais três temas extra. A voz quente, aveludada e pessoalíssima de Seal concede uma espécie de nova vida e sabor musical às canções escolhidas sendo algumas êxitos populares em vozes como a de Ella Fitzgerald, Frank Sinatra ou Nina Simone ,conseguindo o cantor aqui protagonizar notáveis versões e sabendo-se que as originais interpretações eram de alto gabarito, imagine-se a árdua tarefa de Seal para sair incólume deste desafio; o resultado final é porém surpreendente e inegavelmente bem sucedido , conseguindo assim o cantor concretizar na perfeição o seu sonho de gravar muitas das suas musicas preferidas. Resultado final:- magia sob a forma de soul music ... CD Decca/Universal
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MADREDEUS
Para comemorar trinta anos sobre o lançamento do primeiro disco dos Madredeus a editora da banda acaba de reeditar esse mesmo disco em formato especial e em edição limitada; assim, “Os dias da MadreDeus” surge agora com o áudio remasterizado e o alinhamento completo pela primeira vez em CD o que equivale a dizer que a canção “A estrada do monte” que figurara na versão vinil mas havia ficado de fora no CD por causa de questões relacionadas com o tempo de armazenamento possível naquela altura nos compact discs está pela primeira vez incluída num CD. Apresentado agora em versão digipack (caixa de cartão dupla e o CD propriamente dito resgatando o design do vinil), retrata um projecto verdadeiramente inovador do grupo de Pedro Aires Magalhães y sus muchachos que haveria pelo tempo fora, e mercê de vários outros projectos, de construir uma carreira fulgurante e por vezes mesmo apoteótica e levaria a banda a actuar nos quatro cantos do Globo, chegar aos píncaros da fama aquém e além- fronteiras e em definitivo consagrar a voz da então líder vocal- Teresa Salgueiro como uma das melhores vozes femininas mundiais nos domínios da world music; recorde-se que em determinada altura Teresa abandonou o projecto para se dedicar a uma carreira a solo sendo de notar no entanto que as suas substitutas no seio do grupo nunca conseguiram no entanto chegar ao altíssimo nível vocal que ela tinha alcançado enquanto fez parte da formação... Uma obra-prima destinada a coleccionadores, admiradores da banda e especialmente a todos que gostam de musica de alta qualidade. E em português! CD Parlophone/Warner Music
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VANESSA MARTIN
VANESA MARTIN É um dos grandes acontecimentos musicais no país vizinho e a sua entrada no mundo musical pode comparar-se a um...cometa! A sua origem de nascimento é em Málaga , no sul de Espanha e surgiu num ápice na música logo com o epíteto de revelação musical face às potencialidades vocais e de composição então evidenciadas; hoje em dia com esses mesmos atributos num patamar mais elevado e suficientemente explanados no seu disco de estreia em Portugal- “Munay”, deixou de ser uma esperançosa revelação para se transformar num ápice num verdadeiro fenómeno musical e por isso mesmo está já a alcançar um grande e merecido sucesso; falo de Vanesa Martin, a nova coqueluche do pop espanhol , dona de uma voz pessoalíssima e poderosa e que já com vários discos no activo tem sabido subir a pulso a carreira mercê de uma evolução a todos os títulos fantástica que a guindou para um sempre apetecido patamar de mais nova estrela da constelação pop/rock da Península Ibérica... Ouçam-se por exemplo as doze canções que compõem o disco de estreia onde está também como tema extra um dueto com o cantor angolano Matias Damásio – “Porque queramos vernos” ( uma das mais badaladas canções que integram a banda sonora da telenovela “A herdeira” da TVI )e comprove-se porque é que Vanesa é de facto a grande voz do momento e a mais séria candidata ibérica ao estrelato! Mas para se ter uma visão mais global das suas diversas potencialidades , nada como comprovar isso num fabuloso múltiplo trabalho intitulado “Munay vivo”constituído por três CDs e um DVD que retrata o concerto ao vivo que teve lugar em La Malagueta, Málaga em 22 de Julho de 2017 no qual Vanesa brilha a grande altura nas suas múltiplas facetas de compositora, instrumentista e interprete , apoiada por um naipe de músicos de grande nível que colocam um ênfase e colorido especial nas suas interpretações. Uma proposta musical que conquista e arrebata a cada nova audição em que a cantora se supera de canção para canção e que proporcionando-nos uma viagem pela nova musica que se vai fazendo por Espanha é todo ele verdade, emoção e arrebatamento. Um projecto soberbo e musicalmente viciante ! 3CDs/DVD Warner Music
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JOSÉ BARROS/NAVEGANTE
Há um velho ditado popular que diz que “ vale mais cair em graça, que ser engraçado!” Estranhamente, ou talvez não, nada é mais apropriado para se falar de um disco de musica popular tradicional , agora editado – “À´baladiça”, em que o seu autor é o mais perfeito exemplo de uma personalidade musical que, vá-se lá saber porquê, nunca conseguiu cair nas boas graças da maioria do grupo dos que “mandam”na música em Portugal, quer isso seja visto sob o prisma de editoras, de rádio, imprensa ou de televisão... Frequentemente, e já para não se falar das amaldiçoadas e cada vez mais discutíveis playlists, ouvem-se nas rádios, ditas portuguesas, canções e vozes de artistas a solo ou grupos, a quem nem com muito boa vontade se lhes pode reconhecer um mínimo de qualidade exigível para o tempo de antena que lhes é concedido, muitas vezes dia após dia, semana após semana, mês após mês... Vários artistas ou grupos atingem muitas vezes um patamar de sucesso alguns, mercê de cunhas ou conhecimentos, outros por terem umas carinhas larocas ( e aqui entram sem duvida em acção directa as preferências de beleza por parte das teenagers nacionais, que quase sempre enchem os locais dos concertos ao vivo) outros por esquisitos esquemas de marketing; se até para vários canais de televisão basta ter um corpinho engraçado ou uma cara bonita, ser ou ter sido modelo, para se tentar e muitas vezes conseguir-se ser candidato(a) a apresentador(a) imagine-se, como tudo seria se também em alguns casos existisse algum talento e não houvesse necessidade de usar as famigeradas cunhas, nem compadrios... pois a classe bastava... Por outro lado os chamados festivais de música, especialmente os de verão, regra geral tem-se preocupado em abrilhantar os seus lautos menus contratando grupos ou artistas que se expressam em mais de 90% dos casos na língua de Shakespeare ostracizando assim conscientemente, não só a língua de Luís de Camões e de Fernando Pessoa, mas também consequentemente a cultura portuguesa, e que, pese embora eles não sejam propriamente o Ministério da Cultura tem por obrigação minimamente defender e assim, deste modo, ignorando especialmente a realidade nacional e o que por cá se vai fazendo de bom, musical e culturalmente e por isso é mesmo importante também, em termos de música tradicional, popular ou de musicas do Mundo e substituindo essas áreas por rock, rock e mais rock...estrangeiro! Claro que de vez em quando há umas excepções que fogem à regra, mas valha a verdade que os exemplos, infelizmente, contam-se pelos dedos das mãos! Há ainda quanto a mim ainda um caso mais grave e preocupante:- onde estão as inspecções sobre os tais 50% de passagem de musica em língua portuguesa, aprovados na AR e tornados obrigatórios por decreto nas rádios e TVs? Posso enganar-me mas acho que há muito tempo já que toda a gente deixou de se preocupar com isso ou então se esqueceu dessa “obrigatoriedade”; cabe portanto aqui um papel importantíssimo à SPA :-averiguar e informar-se se essa quota está ou não a ser cumprida por todos os media. E se não está, então é bom que comece a estar, para defesa da música portuguesa! Há quanto tempo não se ouvem nas rádios mais ouvidas...e não só composições de gente com provas dadas como Gaiteiros de Lisboa, José Afonso, Brigada Victor Jara, José Jorge Letria, Carlos Alberto Moniz, Carlos Paredes, Luís Goes, Maria Teresa de Noronha, Amélia Muge, Janita Salomé, Isabel Silvestre, Vitorino, Julio Pereira, Realejo, Jorge Tuna, Vai de Roda, Adriano Correia de Oliveira, GAC, António dos Santos, Né Ladeiras, Fernando Machado Soares, Maria da Fé, Pedro Caldeira Cabral, Argentina Santos ou até mesmo de Francisco José, qualquer um deles neste pequeno grupo de proscritos e esquecidos , “capítulos” importantes da história da música portuguesa dos últimos anos? Imagine-se que para que se possa ouvir fado, eleito Património Imaterial da Humanidade, é quase sempre necessário sintonizar-se a Rádio Amália pois nas outras estações vai vigorando um pouco a lei da moda e da novidade... Mas falemos do disco e do seu autor:- José Barros que já militou em vários projectos portugueses no domínio da música popular e tradicional nomeadamente no Bago de Milho, Cantesul, Romanças ou Quatro ao sul (prémio José Afonso de 2013) e “ilustrou” como instrumentista trabalhos de artistas como Fausto Bordalo Dias, Isabel Silvestre, Rao Kyao ou Amélia Muge, é um multi-instrumenista de reconhecidos méritos para alem de ser dono duma bela voz ( não foi impunemente que foi um dos escolhidos juntamente com João Afonso( sobrinho de Zeca Afonso) e Carlos Alberto Moniz para ser em palco um dos três convidados especiais na mais recente digressão do madrileno/basco Patxi Andion por Portugal apelidada de “Com Zeca no coração”com quem cantou em duo e a solo; para além de tudo o Zé Barros é um excelente cantautor com vários discos no curriculo –este mais recente por exemplo é o seu 11º a solo com os Navegante ( entre 1994 e 2017) e, contabilizando também as participações, o seu 22º já incluindo neste total o fabuloso projecto luso-italiano com o bandolinista Mimo Epifani. Mestre na arte de tocar vários instrumentos de corda portugueses tais como cavaquinho, viola campaniça, guitarra e braguesa, José Barros assina aqui o melhor e mais belo e coeso disco da sua carreira, acompanhado por um quinteto de músicos de inquestionável qualidade e, como se isso não bastasse, ainda esteve rodeado de ilustres convidados tais como o citado Mimo Epifani, José Manuel David e Rui Vaz( ambos ex- Gaiteiros de Lisboa), Armindo Neves, Mário Salvi, Miguel Veras, João Frade, Rao Kyao, Rui Junior, Samuel, Carlos Alberto Moniz e o Grupo de Cantadores da Aldeia de S.Bento que em conjunto, como uma verdadeira orquestra, lhe proporcionaram uma cama musical de grande requinte e excelência, única e surpreendente, que a sua voz agradeceu e a que deu o ênfase mais perfeito. A cantar melhor que nunca e a compor, inspiradíssimo, em pleno auge das suas inegáveis capacidades criativas ( assina sozinho em sete e em quatro parcerias os 11 temas do projecto ), o “navegante” construiu aqui uma obra genial, ao nível dos grandes discos dos mais conceituados cantautores portugueses... Recheado de inspiradas melodias “Á´baladiça” ( em alentejano significa para um grupo de amigos a última rodada de bebidas antes da partida e equivale ao famoso “saídeira” no Brasil) é um trabalho, estética, musical e tematicamente brilhante que tem, em minha opinião, em “Músicos, Cravos e Flores” o seu momento mais alto e orelhudo (que prazer ouvir aqui o sublime desempenho do grande José Manuel David)a lembrar o som dos irlandeses Chiefatins ou dos gaiteiros galegos Carlos Nuñez e Suzana Seivane; hoje a música em português está de parabéns por esta viagem musical inolvidável pelos meandros da MPP num barco chamado “Navegante” capitaneado pelo marinheiro encartado – José Barros !!! Um aviso final à navegação deste mar revolto que afinal é a música em Portugal:- não divulgar exaustivamente, e durante muito tempo, as canções deste projecto em todos os “media” é decididamente “um crime de lesa cultura”!!! CD Tradisom
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FROM BAROQUE TO FADO
Instrumentalmente irrepreensível, com um notável desempenho dos Músicos do Tejo e vocalmente brilhante, o projecto “From baroque to Fado” é sem dúvida um dos mais importantes projectos musicais editados no ano de 2017; resultante da gravação ao vivo de um show que teve lugar no final de 2016 no Grande auditório da Fundação Calouste Gulbenkian o projecto é uma espécie de epopeia/viagem musical por diversas áreas da música portuguesa desde o barroco ao fado abrangendo várias sonoridades e confirma como excepcionais as vozes de Ricardo Ribeiro e de Ana Quintans, mantendo-se até o fadista no ambicionado trono de voz masculina numero um do fado... Feito em parte graças à sponsarização de entidades como a BNP (Biblioteca Nacional de Portugal), da Gulbenkian, da CML e da DGArtes o projecto, cujo booklet contem textos somente em língua inglesa, visa por isso mesmo prioritariamente o público estrangeiro que assim tem nele um autêntico cartão de visita musical do nosso País, que ainda recentemente foi mais uma vez considerado o melhor destino turístico do Mundo... Verdadeira obra-prima de grande envergadura melódica, instrumental e vocal, merece por isso mesmo uma grande atenção e uma audição cuidada e demorada. Verão que vale bem a pena ... CD Naxos/CNM
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GONÇALO TAVARES
Não é impunemente que a grande referência musical de Gonçalo Tavares é José Cid como se pode comprovar na audição e visionamento de ”Ao piano” projecto em que o pianista/cantor se sente como peixe na água e onde a sua voz casa na perfeição com o instrumento ao longo de dezassete canções (incluindo cinco excelentes duetos com gente como Luís Represas, André Sardet ou José Cid entre outros) das quais apenas três não recebem a sua assinatura a 100%; verdadeiro self-made man é para além dum belíssimo instrumentista e interprete também um inspirado compositor e produtor e por isso mesmo o seu disco para além de ser um notável trabalho é simultaneamente uma agradável surpresa e um cartão de visita ideal para mais altos voos nos domínios do pop/rock nacional e da balada; qualidade , versatilidade e talento tem-nos sem dúvida nenhuma Gonçalo a rodos.. Por isso mesmo tem a palavra o público português , afinal de contas sempre o grande fiel da balança... CD/DVD- aCID records
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ELIDA ALMEIDA
A constelação musical de Cabo-Verde tem uma nova estrela- Elida Almeida que ao seu segundo disco de originais atinge um elevado estatuto face às grandes qualidades evidenciadas e que em breve certamente a projectarão interna e externamente ; para além de abordar as graves problemáticas do seu país natal, que afinal de contas são comuns a tantos outros países africanos como a delinquência juvenil, as drogas e a diáspora, Elida projecta mais fundo em “Kebrada”, os recados que pretende dar e denunciar ao falar da violência doméstica que as mulheres de Cabo Verde sentem na pele, mostrando-se assim a cantora como uma verdadeira cronista social atenta, informada e actualizada. Com um curriculum que inclui uma extensa e demorada aprendizagem por bares, restaurantes e hotéis é dona de uma voz particularmente apaixonante e recorre no reportório do disco ao classicismo da música cabo-verdiana sob uma cama musical que viaja do funáná até às mornas e coladeras a que acrescenta por vezes uma pitada de sonoridade mais moderna e até por vezes arrojada, que no entanto conquista tudo e todos logo à primeira audição. Um pedido que é simultaneamente um recado a quem tem a responsabilidade de editar discos de artistas africanos, especialmente os que têm origem em Cabo Verde:- como a maioria esmagadora dos textos são cantados em crioulo porque não incluir no booklet também a tradução em português para que assim o mais comum dos portugas possa mais facilmente entender a profundidade e alcance do que se canta? É que convenhamos que o crioulo, não é assim tão fácil de perceber como às vezes pode parecer à primeira vista... Rumo ao futuro aí vai em grande velocidade Elida Almeida, uma das novas meninas bonitas da belíssima e cativante música que se vai fazendo pelo maravilhoso arquipélago de Cabo Verde. CD Lusafrica
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ANA LAINS
Ao terceiro disco de originais de Ana Lains eis finalmente um trabalho de grande envergadura que ela há muito merecia e onde demonstra todas as suas grandes capacidades interpretativas; a fadista tem vindo desde há muitos anos a percorrer o seu caminho com perseverança, segurança e cuidado, oscilando em termos experimentais por áreas tão diversas como o jazz, a bossa nova ,o fado, as músicas do Mundo ou a de raiz tradicional portuguesa, mas com “Portucalis” parece ter finalmente, e em definitivo, encontrado o seu rumo e o caminho certo para fazer brilhar os seus atributos e a sua voz... As participações de gente como Ivan Lins, Mafalda Arnault, Luís Represas e Filipe Raposo vem sobremaneira enriquecer a qualidade do disco e dar mais ênfase às palavras de nomes como Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso ou D. Dinis, entre outros e mais brilho a melodias de autores conceituados, mas tão diferentes, como Filipe Raposo, Luis Caracol, Fernando Alvim (este a título póstumo e em jeito de respeitosa homenagem), Ivan Lins, etc. Um disco que é uma verdadeira viagem e um sonho tornado realidade e que acima de tudo vem prestigiar uma grande voz feminina portuguesa e premiar um longo caminho de dezoito anos em prol da música... CD Seven Muses
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ESSENTIAL ORIGINAL ALBUMS
Mais uma fantástica e oportuna edição da Distrijazz que reúne na série uma mão cheia de discos triplos, cada um deles incluindo essenciais álbuns originais de cada artista que na altura foram editados em vinil sendo que muitos deles nunca tinham sido editados no formato CD; todos eles são editados agora em versão de luxo, no formato digipack incluindo um booklet de 20 páginas com variada informação e fotos. Assim neste punhado de edições podemos encontrar o jazzman Sidney Bechet (seis álbuns originais), o bluesman Howlin´Wolf (três álbuns originais), o guitarrista Django Reinhardt (quatro álbuns originais) , o “rei” Elvis Presley( seis álbuns originais)e o country e protest song man Johnny Cash ( também seis álbuns originais); cinco diferentes projectos abrangendo várias áreas musicais que funcionam como uma espécie de best of de cada artista e que por isso mesmo merecem uma redobrada atenção... triplos CDs Masters of Music/ Distrijazz
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