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TERESA SALGUEIRO
Enquanto os Madredeus continuam na estrada a antiga vocalista feminina do grupo prossegue a sua carreira a solo, encetada há anos atrás, desta vez com um disco intitulado “O horizonte” onde explana novas ideias e conceitos e demonstra porque razão é sempre apontada como uma das mais belas vozes femininas europeias; não é impunemente que a música do filme de Wim Wenders- “Lisbon story” onde acompanhada dos Madredeus, Teresa brilha a grande altura, é uma das mais vendidas e laureadas bandas sonoras de sempre em termos de filmes europeus. Instrumentalmente coeso, inteiramente composto por material original, com todas as letras da responsabilidade da cantora , que se co-responsabilizou também por parte da composição das músicas e a par de Rui Lobato assina também a produção , o novo projecto é mais um passo em frente na carreira a solo de Teresa Salgueiro , um disco temático, que aborda temas como a imigração, a exclusão social e algumas das problemáticas com que o mundo actual se debate, acima de tudo um disco com uma identidade própria, que nos revela uma voz cada vez mais mágica, mais sedutora e sobretudo mais madura, de uma beleza intrínseca inebriante de uma interprete que faz de cada canção um verdadeiro hino à arte de cantar , através de sonoridades que cativam, comunicam entre si e nos transportam para lá de horizontes imaginados e de memorias em constante mutação e nos fazem muito simplesmente ...sonhar acordados! CD Lemon/Uguru
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SUSAN PALMA-NIDEL
Tem como fio condutor uma flauta, executada com primor, versatilidade e elegância ou não fosse a sua dona a conquistadora de um sempre apetecido Grammy e principal flautista da Orpheus Chamber Orchestra e como base canções portuguesas das áreas do fado e da música tradicional ( Trás-os-montes e Beira-Baixa); por outro lado como se tudo isso ainda não bastasse, pelo projecto “Lisboa íntima” desfilam duas vozes portuguesas conceituadas como são as do “príncipe” Carlos do Carmo e a da minha querida Né Ladeiras ( um regresso a festejar depois de uma hibernação um tanto ou quanto inexplicável que durou uma série de anos e nos privou assim de uma voz de encantar e de uma das mulheres que melhor canta em Portugal) e uma outra terceira voz originária do país verde-amarelo- a de Ivan Lins , célebre e celebrado cantautor brasileiro autor entre outros de sucessos internacionais tais como “Começar de novo”, “Desesperar jamais” , “Novo tempo” ou “Somos todos iguais nesta noite”. Para alem de tudo é verdadeiramente extraordinário e exemplar o naipe de instrumentistas convidados que pelos, infelizmente só oito temas do disco, desfilam a sua arte, mestria e talentos e se estende desde o grande José Manuel Neto ( guitarra portuguesa de fado) até ao mestre do cavaquinho- Júlio Pereira , passando por Carlos Manuel Proença (guitarra de fado), o incomparável e exímio Pedro Jóia ( guitarra), Carlos Barreto (contrabaixo)e Mário Delgado (guitarra) ; isto sem contar é claro com a grande estrela da flauta Susan que seduz tudo e todos com a sua execução a todos os títulos brilhante e que conseguiu fazer de “Verdes anos” a duo com Pedro jóia , um dos dois momentos mágicos do disco. O outro é sem dúvida o encontro de dois monstros da música- Carlos do Carmo e Ivan Lins que a duo nos presentearam com um brilhante e inédito dueto em “Fado do Ultramar”... O resultado final deste verdadeiro caldeirão de iguarias musicais é um disco instrumentalmente irrepreensível( grande produção e arranjos do mago Robert Sadin) , sonoramente envolvente e vocalmente sedutor, onde merece destaque também a excelente e criteriosa escolha de reportório , a todos os títulos realmente inatacável. Lisboa é, todos sabemos, uma capital multifacetada onde a multiplicidade de sons se mistura com uma miríade de cores e uma luminosidade assombrosa ( vide opiniões de alguns dos mais conceituados fotógrafos mundiais) e isso reflectiu-se nas escolhas temáticas de Susan que absorveu todos esses predicados para os fundir com a sua música e daí resultar um disco de uma beleza singular e infinita e que torna a capital das sete colinas ao som deste projecto ainda mais bela, mais sedutora, mais refinada, mais incomparável, mais deslumbrante e quiçá até mais...íntima! CD Ampla Portugal
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LEANN RIMES
Artista multi-facetada –já actuou em filmes , escreveu duas novelas e até dois livros para crianças - é desde há muitos anos uma das mais conceituadas artistas da country e da pop americana tendo já lançado uma série de discos , alguns deles com grande sucesso nos mais variados tops mundiais; agora lança novo trabalho – “Remnants” onde prossegue a linha temática dos anteriores trabalhos , com os quais granjeou a reputação de grande interprete de que hoje em dia desfruta. Já com doze discos no activo longe vão os tempos do êxito obtido com o seu primeiro disco editado em 1996 quando foi descoberta e o extraordinário sucesso atingido pelas canções que interpretou na banda sonora de “Coyotte ugly” e no entanto o sucesso e popularidade desta nativa de Jackson, Mississípi não param de crescer; a comprová-lo está o novo contrato de gravação desta vez uma editora major dos EUA- a RCA e as lotações esgotadas que invariavelmente os seus concertos quase sempre registam. Décimo terceiro disco de longa duração da cantora é um album recheado de belas e inspiradas composições com destaque para a soberba versão do mega sucesso de Brandi Carlile- “The story” que na voz de Leann atinge uma amplitude vocal deveras surpreendente; para a grande qualidade do novo trabalho muito contribuíram o excelente naipe de músicos que o gravou e a grande produção e arranjos da responsabilidade do trio Mark Batson/ Darrell Brown/Leann Rimes, que em conjunto executou uma tarefa digna dos maiores elogios. Absolutamente a não perder! CD RCA/Sony Music
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WARREN WOLF
Quando se consegue juntar num estúdio um naipe de grandes músicos de jazz como são na realidade Warren Wolf (vibrafone), Christian McBride (baixo), Brad Mehldau (piano), John Scofield (guitarra) e Jeff “Tain” Watts (bateria) o resultado final da sessão de gravação só pode ser brilhante; com efeito em “Convergence”, novo disco do vibrafonista, a mestria, versatilidade, emoção e criatividade andam de mãos dadas através dum quinteto de instrumentistas de eleição que consegue produzir com o seu desempenho, eficácia e coesão um trabalho de grande sumptuosidade instrumental que acaba por ser simultaneamente um grande disco de jazz que está muito, muito próximo da designação de obra-prima!!! Um show de virtuosismo e técnica com mais de uma hora de duração que até por ser um deleite para os ouvido merece uma atenção sem limites! CD Mack Avenue /Distrijazz
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CANTADORES DE ALDEIA NOVA DE S. BENTO
Uma grande aposta da Universal é simultaneamente a grande surpresa editorial/discográfica do ano que findou:- a edição dum disco de cante alentejano neste caso do Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento ! E se muita gente tinha dúvidas sobre a universalidade vocal do cante elas ficam desfeitas depois da audição dos temas onde aparecem como convidados especiais artistas tão diferentes como são António Zambujo , Miguel Araújo e Luisa Sobral que a seu modo e de maneira surpreendente, ou talvez não, se enquadram na perfeição no cantar de um Rancho de uma região que cada vez mais aposta na manutenção viva de uma identidade musical tão portuguesa e única e que há pouco tempo atrás foi considerada pela UNESCO como Património Mundial e Imaterial da Humanidade... Projecto de uma amplitude vocal que deslumbra e chega a arrepiar, este disco de cante alentejano é também simultaneamente um contributo importante e decisivo para a manutenção de uma oralidade portuguesa honesta, séria e verdadeira, e ao mesmo tempo uma espécie de resistência a ditames e modas que vão alienando e adulterando muita música tradicional um pouco por esse mundo fora. E como dói a muitos detractores a verdade do cante , a sua génese, a sua genuína emotividade e acima de tudo a sua inquestionável qualidade! Recorde-se que o próprio fado também teve que lutar muito para sobreviver aos seus detractores e se hoje em dia está na mó de cima isso deve-se à sua verdade, essência e natural evolução; com o cante isso vai suceder também, mas no final, estou certo, irá triunfar contra tudo e contra todos, acima de tudo e por cima de todos... A sua inquestionável verdade, tradição e portugalidade falarão por si !!! CD Universal Music
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BRIGADA VICTOR JARA - DISCOGRAFIA COMPLETA
Falar da Brigada Victor Jara é sinonimo de se falar do melhor, mais sólido e também mais importante agrupamento português de música de raiz popular e tradicional, quer o abordemos em termos vocais ou instrumentais. Trilhando desde a sua génese idênticos percursos de recolha musical que constituíram afinal de contas o leitmotiv da vida do malogrado Michel Giacometti , seu grande mentor e influência, a BVJ formou-se numa época em que felizmente a musica tradicional portuguesa tinha uma enorme importância musical ,cultural e comercial bem diferente para melhor do que hoje em dia infelizmente sucede, em que é pouco menos que ignorada ,quer se fale em termos de imprensa ou radiofónicos ; actualmente há uma absurda e quase masoquista tendência dessa intelligentsia para salientar, divulgar e propagar músicas menores ao serviço quase sempre das malfadadas playlists , também quase sempre ... importadas dos States. A existência e nascimento nessa altura de uma série de bons grupos do mesmo género ( GAC, Belaurora, Ronda dos 4 Caminhos, Realejo ,Terra-a-terra, Almanaque , etc. ) bem como outros mais de muito menor dimensão e popularidade , serviu no entanto não só para enriquecer o movimento , mas também para que melhor se conseguisse separar o trigo do joio ,pois como habitualmente sucede nestas coisas o excesso é quase sempre nefasto conselheiro da qualidade... O que é certo é que de todos os agrupamentos que nessa altura se formaram e de que tenho memoria ,a Brigada, para alem da sua inegável qualidade e talento ,unanimemente reconhecidos, é talvez , juntamente com a Ronda, o único que ainda se mantém em actividade permanente, intra e extra-muros e isto é por si só a prova irrefutável da sua qualidade intrínseca, da grande solidez do seu projecto e da mais que merecida popularidade de que ainda desfruta... Este ano e em comemoração dos quarenta anos de actividade do grupo a Tradisom começou por lançar um projecto especial de edição numerada e limitada a 1.500 exemplares intitulado “Ó´brigada” constituído por toda a discografia da banda , um disco extra com inéditos bem como um poster e um certificado com autógrafos de todos os membros do grupo bem como um livro de testemunhos de gente como Zeca Medeiros, Sergio Godinho, Carlos do Carmo, Júlio Pereira, Mário Correia ,este vosso escriba, Viriato Teles, Uxia, etc. O sucesso do lançamento foi tão grande que a edição limitada e numerada esgotou em pouco tempo ;os retardatários a comprar o projecto via- clube Tradisom, ficaram mesmo positivamente de mãos a abanar o que levou a editora a repor agora a homenagem através duma outra caixa, de menor dimensão ,menos dispendiosa , mas que apesar de tudo inclui os 10 CD´s que constituem a discografia oficial da BVJ, acompanhados dum libretto com as letras das canções. “ Discografia completa da BVJ - 40 anos” uma derradeira oportunidade de se poder levar para casa toda a magnificência musical daquele que é sem dúvida o melhor agrupamento português de música tradicional . caixa de 10 CDs Tradisom
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MARIA CALLAS
Tal como a saudosa Amália Rodrigues, Maria Callas é uma figura imortal e imortalizada e por tal motivo qualquer publicação discográfica delas é desde logo notícia de relevo; desta vez trata-se da publicação de uma compilação já em tempos editada mas que agora surge com um novo atractivo :- a remasterização com som de alta definição dos temas e gravações originais, que proporciona uma audição impar em que as canções parecem ganhar uma nova vida, o mesmo acontecendo igualmente com a inesquecível voz da grande diva da ópera. Com efeito a sublime sonoridade das composições dos três CDs de “The new sound of Maria Callas” que perfazem cerca de quatro horas de duração, é por demais evidente e entusiasmante acabando a experiência da nova edição por resultar num momento verdadeiramente mágico tal a pureza da audição que assim nos permite ouvir a Callas como ela nunca foi ouvida anteriormente. Absolutamente único e fascinante ! 3 CDs Warner Classics/Warner Music
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O ROCK DA LINHA
Pode ser escutada na área da grande Lisboa e arredores na frequência 105,4 e quem gostar de rock e áreas musicais similares verá que vale bem a pena a audição; é aqui também, neste projecto, que tem toda a razão de ser a celebre frase de que “quem sai aos seus não degenera” pois o director da 105,4 Cascais é Rui Barros, filho de Luís Filipe Barros que nos seus tempos áureos foi figura de proa na Rádio Comercial com o seu Rock em stock, programa líder de audiências durante muitos anos e que fazia do rock e do hard-rock o seu cartão de visita e leitmotiv . “O rock da linha” para alem de ser nome do programa de fim de tarde da estação é agora também título de uma dupla compilação discográfica onde se podem escutar nada menos de 35 emblemáticos temas de rock e rock FM interpretados por gente laureada como Aerosmith, Russ Ballard, Alice Cooper, Journey , Roger Daltrey, Bad English, Cheap Trick, Gun, Loverboy ou Psychedelic Furs. Uma excelente dupla colectânea , com uma cuidada selecção musical, onde os temas mais óbvios e exaustivamente já integrantes de anteriores compilações similares foram ostracizados, que nos remete especialmente para a grande música das décadas de 70 , 80 e 90 e também, para inesquecíveis prestações cénicas que tiveram lugar no palco do saudoso Pavilhão do Dramático de Cascais onde para além de grande eventos jazzísticos incluídos no Festival de Jazz de Cascais ( Miles Davis, Charlie Haden , Keith Jarrett ,etc.) actuaram , em concertos absolutamente impares e inesquecíveis , gente como os Génesis, Leonard Cohen , Blood, Sweat& Tears , Procol Harum, Sepultura, Simple Minds ,Barclay James Harvest, Peter Gabriel, Lou Reed e muitos, muitos outros, cuja memoria não se apagará tão cedo das nossas deambulações pelo passado musical ao vivo deste País... 2CD Sony Music
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JOSÉ CARRERAS
É um dos dois sobreviventes do extinto e lendário trio de música clássica -Three tenors , cujo primeiro membro a desaparecer do nosso convívio foi o imortal Luciano Pavarotti ; por esse efeito, tal como acontece com o seu companheiro do trio - Plácido Domingo - ganhou já direito ao epíteto de legendário. Falamos do espanhol José Carreras , nascido a 5 de Dezembro, há 70 anos em Barcelona, e que apesar da sua idade mantém no entanto ainda intactas as qualidades vocais que sempre se lhe reconheceram e lhe têm permitido manter-se ainda em cena, actuando em récitas e operas um pouco por todo o mundo ao mesmo tempo que esporadicamente vai gravando; com o lançamento da caixa com três discos –“José Carreras- the legendary tenor” podemos recordar-nos de novo não só das qualidades da sua voz e maneira muito própria de cantar ,mas também de alguns dos inúmeros sucessos que abrilhantaram a sua carreira tais como “”Arranjuez con tu amor”, “Parole d´amore”, ”Granadinas”, “Granada”, “ Lucevan le stelle”, “La donna é mobile” ou “Nessum dorma” entre outros . Um projecto discográfico que mais que uma colectânea de grandes canções é uma espécie de cartão de visita de luxo de um dos maiores tenores do nosso tempo , homem dotado de uma musicalidade impar, que nos últimos anos tem dedicado grande parte do seu tempo e recursos na ajuda de obras sociais, nomeadamente a sua Fundação que ficará para a história da opera como um dos seus nomes mais sonantes e populares! Box de 3CDs Warner Classics
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MILLION DOLLAR QUARTET
Um documento musical histórico, único , memorável e verdadeiramente sui generis ,que sem dúvida alguma ficará para a história da musica mundial e que por isso mesmo é também incontornável! Falamos de”Million Dollar Quartet-The complete session” de um impensável quarteto formado por quatro “monstros sagrados” que na altura começavam a trilhar os caminhos da fama e que mais tarde acabariam todos por seguir carreiras independentes , mas de incrível sucesso :- Elvis Presley (a maior estrela na altura), Johnny Cash , Carl Perkins e Jerry Lee Lewis !!! Um dia, há 60 anos, juntaram-se num estúdio da celebre Sun Records em Memphis, mais concretamente a 4 de Dezembro de 1956 e aquele encontro resultou numa sessão de gravação onde tocaram e cantaram temas de bluegrass, country, canções tradicionais americanas, temas religiosos e até (pasme-se !) duas canções de Natal ( Jingle bells e White Christmas ). O resultado final dessa gravação encontra-se agora editado ,num só CD ,onde curiosamente se manteve a sequência original das gravações, numa totalidade de 47 títulos e que acaba por se tornar um momento verdadeiramente histórico da história do rock´n´roll, um fantástico documento duma memorável sessão de gravação com produção de Sam Philips e onde surgem curiosas versões, absolutamente originais e únicas de três hits do rei Elvis – “Don´t be cruel”, “Love me tender” e “Paralyzed”... Indispensável e de colecção para amantes do rock e não só !!! CD HooDoo records/Distrijazz
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